terça-feira, 21 de julho de 2009

Mula Manca e a Fabulosa Figura

O nome do grupo é baseado no romace “Dom Quixote” de Miguel de Cervantes. "Mula Manca e a Fabulosa Figura” é de Recife e traz a poesia do cotidiano para música em suaves misturas. O grupo devaga entre diversos projetos artisticos, mas o que define de fato a sua essência é a música. São cinco anos de parceria, o primeiro disco é “O circo da Solidão” de 2005, mas é o último trabalho do grupo que deixo com vocês. “Amor e Pastel” de 2007 é um o samba jovem e poeta da nova cena musical brasileira. O som que não pode faltar naquela viagem longa para o interior.
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Crédito:www.amusicoteca.com.br

Nancy

Putz!
Quanto tempo não mexo aqui! Estava com saudade!
Vou voltar em grande estilo e sem desculpas!

Escutem esse som:

O som de Nancy começou quando a vocalista Camila Zamith ainda trocava simples e-mails com o guitarrista Praxis, ela na Inglaterra e ele no Brasil. Com o tempo, o que parecia um simples projeto musical se transformou em uma nova banda na cena alternativa do Brasil.
Nancy não toca qualquer rock e também não é qualquer banda. O grupo acaba de liberar o seu primeiro trabalho intitulado “Chora, Matisse!”, onde apresentam um novo rock brasileiro. O som trás a energia do pop e a densidade urbana empregada na essência de seus integrantes. Nancy tem se destacado em diversas apresentações, despertando no público o interesse imediato pelas suas músicas… Demorou só um pouco, mas aí está.O primeiro trabalho da Nancy acaba de sair do estúdio direto para os players da galera da boa música. Viva a revolução digital na música!
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Sanrah!

Sanrah! Conforme prometido!
É deste cara os discos que estou colocando aqui hoje.

Sanrah é dono de um talento nato, excelente compositor, intérprete e instrumentista.

Seu talento me impressiona desde quando ele ainda era o Angelo Rafael e éramos crianças tocando violão no recreio do colégio.

Hoje este talento bem direcionado e amadurecido se transformou na carreira de um músico completo e dono de um estilo próprio e inconfundível! Além de grande amigo sou fanzáço desse cara. Tenho certeza que vocês também gostarão de seu violão funkeado, das harmonias muito bem construídas, da sua voz presente e marcante e dos discos muito maduros e bem pruduzidos.
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Sanrah - 2006 - Parte de Mim


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Sanrah - 2008 - Ser Feliz e Mais Nada

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Rei Batuque!


Senhoras e senhores!
Já tem um tempo que não escrevo aqui, né... É a vida atribulada!
Mas tudo bem! Show must go on!
Hoje vou postar o disco de um amigo que certamente merece destaque e louvações. Tanto o disco como o amigo!

Rei Batuque é o nome do cara! Um dos descendentes de uma comunidade autosuficiente e bicentenária nos arredores de Brumadinho (região metropolitana de Belo Horizonte), esse cara tem estória pra contar!
Peça finíssima, sorriso na cara o tempo inteiro, esse cara é a personificação do alto astral. Seu disco não poderia ser diferente.
Muito bem composto, com uma produção simples mas muito boa, acrescido de uma musicalidade rara de se ver hoje em dia.
Entre as participações neste excelente disco, destaco outro grande amigo: Sanrah. Que postarei aqui mais tarde.

Eu sou suspeito pra falar.

Apreciem vocês este disco que enche de orgulho o amigo e que com certeza voces também vão gostar.

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sábado, 3 de janeiro de 2009

Banda Black Rio

Continuando a serie "Ferias no Rio"...
Este som é uma das melhores coisas que eu já ouvi!

A Banda Black Rio foi formada em 1976 com repertório fundamentado na música funk misturada com samba, jazz e ritmos brasileiros. Comparada a outros grupos de soul-funk estrangeiros como Kool And the Gang e Earth, Wind And Fire, a Banda Black Rio desenvolveu a soul music instrumental brasileira e acabou virando objeto de culto nas pistas de dança da Inglaterra em meados da década de 80.

A banda já gravou quatro discos: “Maria Fumaça”, "Gafieira Universal", "Saci Pererê" e "Movimento". Já houveram muitas fases e formações e nem todas me agradam, por isso vou postar o único disco que acho que realmente vale a pena. O disco que inclusive eu coloco como um dos mais relevantes já lançados no Brasil.


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Banda Black Rio - Maria Fumaça

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Formula 7 - Puta som!!!

Continuando a série férias no Rio, segue este post bacaníssimo!
Citei estes caras no post do Gerson King Combo, e agora vão os discos...
Sonzáço!!!

Maiores informações leiam no post do GKB.

Seguem os discos...


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Formula 7 - 1967 - Som Psicodelico Vol I


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Formula 7 - Volume II


domingo, 28 de dezembro de 2008

Gerson King Combo

Bem amigos...
Desci as montanhas de Minas e estou curtindo umas ferias no Rio, um das cidades mais muisicais do Brasil.
Vez por outra nos intervalos entre praia e cerveja, vou postar algumas das milhares de coisas cariocas que eu curto.

Vou começar com um pérola carioca. Gerson King Combo. O rei do funk e soul brasileiro.
Gerson começou a cantar soul em 1970, numa das mais completas e requisitadas bandas cariocas: o Formula 7, que era uma verdadeira indústria de soul music.
Desta banda saíram verdadeiras feras hoje conhecidas internacionalmente, como o próprio Gerson, o arranjador internacional e tecladista Hugo Bellard, o trumpetista internacional de jazz Marcio Montarroyos, o baixista Luis Maia que hoje é mundialmente considerado como o melhor baixista brasileiro e que mora no Japão, além de um dos melhores, se não o melhor guitarrista brasileiro: Helio Delmiro.
Foi neste grupo, fazendo shows nos melhores clubes da zona sul do Rio de Janeiro, que Gerson cantava acompanhado por arranjos de Hugo Bellard e com este time de notáveis, musicas de Stevie Wonder, O.C.Smith, James Brown, Blood Sweet and Tears, e outras feras americanas do soul e do funk.
O Fórmula 7 tornou-se ponto de referência para os outros grupos cariocas. Era comum, em seus shows, ver músicos de outras bandas assistindo o Fórmula 7 na platéia, tal a qualidade de seus músicos. E este foi o berço de Gerson King Combo, que ali aprendeu todos os segredos dos arranjos vocais da Montown. Cantor, compositor, foi coroinha da igreja São Luiz Gonzaga em Madureira, subúrbio carioca. Aos 17 anos, trabalhou como mímico na Rádio Mayrink Veiga. Trabalhou também como dublador no programa "Hoje é Dia de Rock!", de Jair de Taumaturgo. Logo depois passou a atuar como dançarino, fazendo par com Angélica Maria Galhardo, que mais tarde tornou-se sua esposa e com a qual teve um filho. Pouco tempo depois, seu irmão Getúlio Côrtes o convidou a trabalhar como coreógrafo do programa "Jovem Guarda", apresentado por Roberto Carlos. Mais tarde foi convidado por Chacrinha para coreografar a dança das chacretes. Seu nome artístico deve-se ao fato de ser admirador do grupo de jazz americano King Curtis Combo.

Deleitem-se!

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Pepeu Gomes

Desculpem a longa ausencia, meus diletos. Fim de ano sempre é muito atribulado.
Retribuirei o longo período de espera com um post bacaníssimo!
Pepeu Gomes! Ou se preferirem Pedro Aníbal de Oliveira.
Filho de músicos, este camarada aprendeu, desde cedo, a tocar e construir instrumentos. Ainda adolescente, já tocava com destreza bandolim, violão e guitarra. Na década de 70 fundou, ao lado de Moraes Moreira, Baby do Brasil (então Baby Consuelo), Paulinho Boca de Cantor, Galvão, Jorginho, Dadi, Bolacha e Baixinho o grupo Novos Baianos, no qual tocaria guitarra até o fim da década de 70. O grupo foi tido como um dos principais renovadores estéticos da música brasileira na década, e abriu caminho para os trabalhos solo de Pepeu, Baby e Moraes, bem como a criação de outras bandas, como "A Cor do Som". Em 1978 Pepeu lançou seu primeiro LP, "Geração de Som", totalmente instrumental. Passou a cantar e consolidou-se como um ícone roqueiro nos anos 80, sendo considerado um dos principais guitarristas brasileiros.
Então aí vai a discografia do cara! Estão faltando alguns, mas vou procurar e posto aqui depois...
Enjoy!

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1998 - 20 Anos CD 1

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

É cada uma que aparece!

Quando fiz o primeiro post sobre a Mallu Magalhães ela ainda não fazia parte do showbizz. Naquela ocasião divaguei sobre o que estaria por vir na vida e carreira da precoce garota com então 15 anos. Hoje me deparo com nossa menina prodígio em capas de revistas de fofoca e no horário nobre do nosso jornalismo sem assunto.
O assunto da vez? Quem diria! O romance assumido entre a pueril menina Mallu e o marmanjo cult e chato Marcelo Camelo.
Eu acho todo este circo ridiculamente ridículo.
O romance já é ridículo por si só. O chato pseudo-intelectual ranzinza de trinta anos e a garotinha prodígio de dezesseis, que apesar do notório talento ainda não lapidado, não consegue esconder a ingênua infantilidade.
Ainda mais ridículo que o romance, consegue ser o circo que a sociedade e a imprensa armam acerca da situação. A maioria da nossa sociedade sem cultura sequer conhecia o Camelo e muito menos a Mallu. A fama dos dois se restringia ao tamanho da abrangência musical deles, sempre restrita a um publico mais específico. Agora o romance esdrúxulo entre os dois os transformou no assunto do mês. A polemica surge no momento em que os dois estão lançando seus discos de estréia, trocando participações e aparições em shows.
Há quem diga que tudo aconteceu por pura conveniência. Será? Eu não duvido de nada nesse mundo.
Pra mim esse negócio é o princípio do fim, pois todo esse sucesso e badalação é totalmente o oposto do que sustenta todo esse mundinho pseudo-intelectual. Sucesso e pseudo-intelectualismo não combinam.
Triste mesmo deve ter ficado o menino do Vanguart, que há um bom tempo investia nessa empreitada... Tadinho. Nascido no Mato Grosso e agora com dor de corno... Tomara que ele não monte uma dupla sertaneja...
E pra quem pensou em chamar o Camelo para ser a celebridade do baile de debutante da filha, é bom repensar a idéia!

Não sei o que é mais ridículo:
- O romance esdrúxulo
- A imprensa e a sociedade idiota que não conhece sequer uma música da menina, mas sabe que ela engrenou um romance esquisito.
- A turma dos pseudo-intelectuais que está achando lindo o romance mais cult do século
- Ou eu escrevendo essas baboseiras aqui...

É como diz o famoso refrão: Ado áádo! Cada um no seu quadrado!

E como o assunto aqui é música, segue aí o disco da senhorita recém saído do forno.
Eu que sempre fui um declarado fã, me decepcionei, pois esperava mais do seu disco de estréia...
Já é possivel comprar o disco novo dela pelo preço médio de 28 pratas. Nada mal pra quem fez fama se divulgando por internet.


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2008 - Mallu Magalhães

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Esse é de arrebentar!! Fort Knox 5

Putz!!!! Sem noção este disco!!
Um dos melhores discos que ouvi ultimamente!!
Esta é uma das pepitas que encontrei nos meus garimpos por internet.
DISCÁÇO!!!! Impossível ouvir parado!!
Estou viciado!!!
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Fort Knox 5 - Parte 1
Fort Knox 5 - Parte 2

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Baby Consuelo! Muito bom!!

A Bernadete é bacana demais, né! Isso mesmo! Bernadete Dinorah de Carvalho! Nossa Baby Consuelo, ou se preferirem Baby do Brasil (eu prefiro a Baby Consuelo!). Sou fanzáço dela!

Nascida em Niterói em 18 de julho de 1952, Baby teve até agora trinta anos carreira muito irregulares, mas sempre marcada pela extravagancia do seu visual e suas crenças em coisas pra lá de exóticas, discos voadores, clarevidencia, encontros com Jesus (ele mesmo!! O próprio!!) etc.
Chegou a se juntar ao guru Thomas Green Morton, que divulgava o poder mágico da palavra Rá e demonstrava entortar talheres e fazer luzes surgirem. Pois é...

Baby começou a cantar e tocar violão ainda na infancia, inclusivemente ganhando um festival aos 14 anos. Fugiu de casa aos 17 e foi para Salvador. Morou embaixo de pontes e disse ter avistado seu primeiro disco voador nessa época. Hehehe.
Voltou ao Rio onde se integrou aos Novos Baianos em 1969 e conheceu seu futuro marido Pepeu Gomes. (tem um post muito bacana sobre eles aqui no blog!)
Em 1978 lançou seu primeiro disco solo.
Hoje Baby é pastora da igreja "Ministério do Espírito Santo de Deus em Nome de Jesus".
É mãe de quatro filhos: Sarah Sheeva, Zabelê, Nana Shara, Pedro Baby, Krishna Baby e Kriptus-Rá. As tres meninas formaram uma banda(???) chamada SNZ, que conheceu um esporádico sucesso moderado no final dos anos 90.
A maior parte dos discos solo de Baby não atingiu muito sucesso. Mas são muito bons! Especialmente os primeiros. A partir daí acho apenas razoável.
Então aí vai!!

1978 - O Que Vier Eu Traço
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1979 - Pra Enlouquecer
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1980 - Ao Vivo Em Montreux
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1981 - Canceriana Telúrica
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1982 - Cósmica
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1984 - Kryshna Baby
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1985 - Sem Pecado E Sem Juí­zo
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1991 - Ora Pro Nobis
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1997 - Um
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1998 - Acústico Baby do BrasilQuer ouvir?
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2000 - Exclusivo Para Deus
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Falta este... Mas também nem tô procurando...

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Sabe o que é fino? Badi Assad!

Hoje tem show dela em BH!! Eu vou!! Eu vou!!
Esta senhorita é o bicho!!! Eu sou fanzáço!!
Irmã caçula dos violonistas Sérgio e Odair Assad (o Duo Assad), Badi Assad, nascida em São João da Boa Vista (SP), também seguiu a carreira musical, comoviolonista, cantora, percussionista e compositora. Seus estudos musicais começaram na infância, com um pequeno teclado. Aos 14 anos, quando os irmãos maisvelhos saíram de casa para desenvolver uma carreira internacional como concertistas, começou a tocar violão para acompanhar o pai, bandolinista. Depoisformou-se em violão no Rio de Janeiro. Venceu o Concurso Jovens Instrumentistas em 1984, e a partir de então passou a explorar novas possibilidades coma voz e a percussão do próprio corpo. Seu primeiro álbum solo foi "Dança dos Tons", lançado em 89. No início da década de 90 apresentou-se em festivaiscomo Free Jazz Festival e Heineken Concerts ao lado de Heraldo do Monte, Raul de Souza, Raphael Rabello, Dori Caymmi e outros. A carreira internacionaltomou força a partir de 94, quando assinou com o selo Chesky Records e gravou o disco "Solo". No ano seguinte foi a vez de "Rhythms", que obteve repercussãono cenário violonístico. Depois vieram "Echoes of Brazil" (97) e "Chamaleon" (Verve, 99), aclamado pela crítica internacional. A experimentação sonoracom a voz e o corpo são marcas registradas de seu trabalho.

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Dança das Ondas 2003

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Chamaleon 1998

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Three Guitars 2003

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Verde 2004

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Wonderland 2006

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Solo 1994

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Echoes of Brazil 1994

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Rythms 1996

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Show de Bola!! Coke-Luxe

Putz!! Estava ouvindo o som desses caras e foi inevitável não cita-los aqui neste humilde blog...

No início da década de 80 esses caras se especializaram em produzir o mais autentico "Rockabilly Brazuca". Show de bola!!!

Vejam a descrição do Dicionario Cravo Albin sobre os caras:

Banda de rock formada por Eddy Teddy (Eduardo Alberto da Silva Moreira - São Paulo 1950 - idem 1997) guitarra e voz, Bitão (Wagner Benatti) baixo, Lelo Cadillac (Marco Aurélio de Macedo - São Paulo 1946) guitarra e Billy Breque (Victor Sidney Riccelli - São Paulo 1948) baterista. Um de seus integrantes, o baixista Bitão, concomitamente atuava no conjunto Os Pholhas. O grupo mantinha o estilo de rock dançante, mais conhecido como rockabilly. Considerado também como um dos funddores da banda, o baixista Little Piga (Luiz Fernando Jimenes de Barros) foi o compositor mais profícuo do grupo. Compôs cerca de 80% das músicas da banda no período em que a integrava. Ao lado de João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, a banda tornou-se um dos grupos principais nesse gênero mais rock and roll primitivo, caricaturando muitas das vezes Bill Haley e Seus Cometas. Em 1983 o grupo lançou o compacto "Não beba, papai, não beba", pelo selo Barato Afins. No ano seguinte, pelo mesmo selo, gravou o LP "Rockabilly bop". No final da década de 1980 o grupo se desfez, contudo, reunia-se ocasionalmente até 1997, quando faleceu Eddy Tedy, um de seus integrantes. No ano de 2004 faleceu o ex-integrante Little Piga.

Ouça o som dos cara:
(1983) É Rockabilly! (Compacto)
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(1983) É Rockabilly! (Compacto)


(1984) Rockabilly Bop

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(1984) Rockabilly Bop

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Virginie: Metrô e Fruto Proibido

Vocês conhecem Virginie Boutaud? Acho difícil não conhecerem!
Enquanto na década de oitenta o mundo prestava atenção à Madonna e Cindy Lauper, a gente tinha nossa própria estrela pop, ditando moda e tendências por aqui, com o “beat acelerado” e à frente da banda Metrô.
Paulista, nascida em 1963, filha de franceses, Virginie dividia com Paula Toller o título de princesa do pop rock nacional na década de 80, só que com um astral totalmente diferente, pra cima, extravagante e divertido. Quando se fala em “New Wave” no Brasil, a primeira imagem que me vem à cabeça é a dela!
Hoje casada com um diplomata francês mãe de duas filhas, Virginie corre o mundo. Morou na Namíbia, França, Moçambique e agora mora no Uruguai.

1983 – A Gota Suspensa
Antes de ser o Metrô, eles se chamavam A Gota Suspensa.
Chegaram fazendo um som nada convencional, utilizando sintetizadores e baterias eletrônicas, o que era uma grande novidade. A banda é meio que pioneira da musica eletrônica no Brasil
Os amigos Virginie (vocal), Alec (guitarra), Dany (bateria), Yann (teclado) e Marcel Zimberg (sax), todos de ascendência estrangeira, se conheceram no colégio.
“Não tínhamos motivos para ser do contra, entende? Estávamos a fim de fazer coisas que gostávamos sem nos importar com o que era moda ou não” – explica Virginie.
“Na verdade a gente não sabia em que gênero se encaixava, fazíamos um som que gostávamos de fazer. Tínhamos consciência que os sintetizadores e a bateria eletrônica eram novidades, mas eu e os meninos não tínhamos muita noção de que estávamos inovando. Estávamos apenas fazendo músicas de que gostávamos” – fala a vocalista.
“Nossa! Quando a gente começou a ouvir nossas músicas nas rádios e começamos e ser chamados para participar de programas de auditório, nem acreditamos! A gente não sabia a proporção que aquela brincadeira de colegas de colégio iria tomar.

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1983 – A Gota Suspensa

1985 – Metrô - Olhar
Após divergência com produtores, decidem trocar de nome e optam por “Metrô”, que vem de "Metropolitanos”. Em 1985 chega às lojas “Olhar”. Várias das canções viraram hits nas rádios, uma virou faixa tema de novela global, e outra foi tema do filme “Rock Estrela”, grande emblema da geração anos 80. O sucesso é enorme! Esse disco é ducaceta!! Um disco antológico, pérola da música brasileira e ícone da minha geração!

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1985 – Metrô - Olhar


No auge da banda, em 1986 o Metrô se separa de Virginie, interessados em buscar novos caminhos, renegando o estilo que os consagrou.
Heheh. Se ferraram!! Já vimos essa história antes!
“Eu não saí do grupo, foi o grupo que saiu comigo.“
“Eles resolveram fazer um estilo mais intelectual, com uma preocupação social como era o estilo de Cazuza e da Legião Urbana. Resolveram que eu não me enquadrava no que queriam, foi assim”.
“Poxa, me senti perdida, fiquei muito triste mesmo, afinal de contas eles eram meus amigos desde os tempos do colégio. Nós estávamos juntos 24 horas por dia, ou fazendo shows ou fazendo algo fora do grupo. Foi muito difícil, nossa relação ficou abalada por tempos”.

Em 1987, sem Virginie, o Metrô lançou o LP “Mão de Mao”. Uma merda! Tão ruim que nem vou postar aqui. Além do mais o post é sobre a Virginie e não sobre o Metrô.

Repetindo: Os caras se ferraram!!! E o pior é que já tinham tido alguns anos antes o exemplo da Rita Lee e os Mutantes, né! Repetir erro é burrice!

1988 – Fruto Proibido – Crime Perfeito
Já a Virginie continuou a vida, conhecendo gente como Arrigo Barnabé, Itamar Assunção, Eliete Negreiros, Vania Bastos, etc. Muitas novas influências e parcerias com Inimigos do Rei, Jairzinho & Simony (ao lado de Gal e Tim Maia), Supla, João Penca e seus Miquinhos Amestrados, Kid Vinil etc
Em 1988, após passar um tempo estudando piano, canto e escrevendo, Virginie voltou com uma nova banda, Fruto Proibido e um novo LP, Crime Perfeito. É um disco legalzinho, nada de mais. Teve uma música incluída em uma novela da TV Globo.

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1988 – Fruto Proibido – Crime Perfeito


“Senti muita falta da música, dos shows, de tudo aquilo da época. Se a fama sobe pra cabeça? Nossa! Claro! Fazíamos shows de segunda a segunda e largar tudo isso e ter uma vida comum não foi fácil. Aos poucos fui achando alternativas de matar a saudade, pegava um violãozinho e cantava sozinha em casa. Meu marido e minhas filhas me ouviam e já eram um grande público pra mim” – confessa a cantora.


2002 – Metrô – Deja Vu
Em 2002, a formação original do Metrô se reuniu para gravar composições que eles foram acumulando ao longo dos anos que os separaram.
“Eu trouxe meu caderninho com anotações de músicas que gosto de ouvir e mostrei aos meninos, eles prepararam beats e as bases e eu fui colocando minha voz aos poucos. Na verdade só cheguei a ver o trabalho concluído depois, o Dany fez maravilhas na produção, o resultado final ficou muito além do que eu esperava”.
“A gente recebeu várias propostas, poderíamos ter voltado há pelo menos uns dez anos, mas o que as grandes gravadoras queriam era algo do gênero do Capital Inicial que voltou com o acústico da MTV. Nós não queríamos isso, e do jeito que queríamos nenhuma gravadora se propôs a dar apoio e fechar contrato. Caramba, somos quarentões, crescemos, nos casamos, tivemos filhos, aprendemos! Não poderíamos jamais ficar parados nos anos 80. O tempo passou, tínhamos muita coisa nova para mostrar. Mesmo que “Beat Acelerado”, “Sândalo de Dândi” e “Johnny Love” estejam em “Déjà-vu” a gente mostrou uma nova maneira de fazer as mesmas músicas, as deixamos com uma cara mais atual, além de ter coisas lindas de Herbert Vianna, Jorge Ben, Caetano, Ary Barroso e muitas outras coisas”. – fala Virginie.



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2002 – Metrô – Deja Vu
*Nota: Os trechos em vermelho são de uma entrevista que Virginie deu ao site www.trash80.com.br

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Respostas

Bem, amigos.

Segue abaixo a resposta para as bandas às quais faz referencia o desenho do post "Pra Brincar".

Bacana, né!


Angra - Banda Eva - Barão Vermelho - Bidê ou Balde - Biquíni Cavadão - Blitz - Cachorro Grande - Camisa de Vênus - Cidade Negra - Chiclete com Banana - CPM 22 - D2 - Dominó - Engenheiros do Havaí - Falcão - Gal Costa - Ira! - Ivete Sangalo - Jota Quest - Kid Abelha - Lobão - Los Hermanos - Mamonas Assassinas - Mundo Livre S/A - Mutantes - Nação Zumbi - Paralamas do Sucesso - Pato Fu - Raimundos - Ratos de Porão - Roupa Nova - RPM - Sepultura - Tati Quebra-Barraco - Titãs - Tribalistas - Ultraje a Rigor

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Som finíssimo! Paula Lima

Paula Lima é das grandes vozes femininas brasileiras na atualidade. Seus trabalhos são realmente primorosos e seu grande talento é reconhecido e reverenciado por grandes nomes da musica brasileira como Sandra Sá, Jorge Ben e muitos outros.

Nascida em 1970 na cidade de São Paulo, teve aulas de piano dos sete aos dezessete anos e participava de festivais de canto na escola. Fomou-se em Direito com a intenção de se tornar promotora, após esse período cursou também um ano de publicidade.
Em 1992, no terceiro ano de faculdade, Paula participou da primeira banda, a Unidade Móvel, que mais tarde gerou a Unidade Bop. Com a banda, lançou o CD Quebrando o Gelo do Clube pela gravadora Eldorado.
Em 1995, foi convidada por Skowa, a integrar o Grêmio Recreativo Amigos do Samba, Rock, Funk & Soul e, com a banda, participou do CD 23 de Jorge Ben Jor, nas faixas "Princesa" e "Engenho de Dentro".

Delitem-se com o som da moça que é de primeira linha!

É Isso Aí (2001)
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Sinceramente (2006)

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Sinceramente -2006

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Fernanda Porto

Maria Fernanda Dutra Clemente nasceu dia 31 de dezembro de 1965 em Serra Negra. Tem seu lugar garantido no hall da fama da musica brasileira principalmente por popularizar o estilo que ficou conhecido por Drum 'n' Bossa.
Dona de carisma, voz e musicalidade únicos, seu talento a tornou uma cantora reconhecida internacionalmente. Faz grande sucesso na Europa por ter suas músicas entre as mais pedidas nas discotecas européias.

Esta realmente é uma pérola da música brasileira. Para ouvidos exigentes!

Segue a discografia da beldade:

2002 - Fernanda Porto
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2004 - Giramundo
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2006 - Ao Vivo
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2006 - Ao Vivo

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Pra brincar...

O primeiro a ser lançado foi a figura internacional, onde na imagem você procurava desenhos que faziam alusão a alguma banda.

Este desenho é a versão nacional. Muito divertido!

No total são 37 bandas às quais o desenho faz alguma referencia.

Depois coloco a lista com as respostas!

Bom divertimento!

Há! Se alguem souber onde posso achar a figura em alta resolução, por favor me diga!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Finíssimo! Bide ou Balde!

Nem sei porque demorei tanto a colocar o Bide ou Balde aqui!
Considero o Bide ou Balde uma das poucas coisas realmente boas lançadas no Brasil nos ultimos anos!
Criada em Porto Alegre no final de 1998, com um rockzito animadáço, criativo e divertido, lançou seu primeiro album em novembro de 2000, acumulando elogios da imprensa e shows memoráveis.

O grupo é composto por Carlinhos Carneiro (vocal), Rodrigo Pilla (guitarra), Vivi Peçaibes (vocal/teclado) e Leandro Sá (guitarra). A banda não conta com baterista fixo desde a saída de Pedro Hahn, em 2005. Sandro Caveira ou Guilherme Netto (da banda Stratopumas) vêm tocando na banda. Outros ex-membros incluem Katia Aguiar (vocal/teclado), Rafael Rossatto (guitarra), Sandro Caveira (bateria), André Surkamp (baixo) e Gisele Figueredo (vocal).

Segue a discografia:

2000 - Se Sexo é o que Importa só o Rock é Sobre Amor
CD de estréia, produzido por Charlie di Pinto, conhecido como Cholly, contém o hit Melissa, cujo clipe rendeu à banda o prêmio de revelação no VMB 2001 da MTV brasileira. Também é desse disco a música E Por Que Não?, que após a gravação do Acústico MTV Bandas Gaúchas, alguns anos depois, rendeu à banda processos com acusações de incentivo ao incesto e pedofilia.
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2002 - Outubro ou Nada
Produzido por Thomas Dreher, o CD mais ambicioso da banda, foi sucesso de crítica mas não tão bem recebido pelo grande público quanto o primeiro disco. Destacam-se as músicas Hollywood #52, Soninho e Cores Bonitas, que contaram com arranjos de cordas e sopros idealizados pelo maestro Leonardo Boff.
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2004 - É Preciso dar Vazão aos Sentimentos
Último disco da banda, marcado por mudanças de sonoridade após a saída da tecladista Katia Aguiar, apresentando melodias mais simples e baseadas no peso das guitarras de Rodrigo Pilla e Leandro Sá. O grande destaque é a música Mesmo que Mude. Duas versões desse disco foram lançadas. A primeira, com uma capa prateada conta com 10 músicas, entre elas a cover de Hoje do Camisa de Vênus, com participação do próprio vocalista da banda homenageada, Marcelo Nova.
A segunda versão, de capa branca, conta com nove das dez canções da versão prateada (a música Hoje não está no cd) e mais 4 faixas bônus remixadas. A versão cinza teve tiragem limitada e é vendida nos shows da banda, enquanto a versão branca é vendida juntamente da revista Outracoisa em bancas de jornal pelo país.
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2005 - Acústico MTV Bandas Gaúchas
Junto com Ultramen, Cachorro Grande e Wander Wildner, gravaram as músicas Melissa (com a participação de Roger Rocha Moreira, do Ultraje a Rigor), Mesmo que Mude, Bromélias, Microondas e E Por Que Não. Após processos movido por ONGs militantes pelos direitos da criança e da mulher, a MTV foi obrigada a relançar o CD e DVD sem essa última música, o que promoveu uma intensa discussão sobre a censura e a liberdade de expressão artística no Brasil.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Bem Legal: Radiotape

Certa vez toquei na mesma noite que esses caras em um festival aqui em BH. Confesso não ter gostado muito do som deles no dia, mesmo sabendo que as condições do festival não permitiam uma performance convincente...

Entretanto depois que ouvi o disco da moçada fiquei com vontade de fazer um tira teima ao vivo.

O disco é bem legal. Com um rockzinho bem feito e grudento, de facil digestão, guitarras marcantes e letras despretensiosas, fica muito difícil de não agradar os fans do gênero.

Os caras são Adílson Badaró (guitarra e vocal), Lucas Sallum (baixo) e José Caputo (bateria)

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2008 - Pequenas Coisas Me Fazem Feliz

domingo, 28 de setembro de 2008

Imperdível!! Festival Internacional de Violão - BH

Entre os dias 29 de setembro a 4 de outubro acontece a quarta edição do Festival Internacional de Violão (FIV), que traz para Belo Horizonte grandes instrumentistas e compositores vindos de diversas partes do mundo, transformando a capital mineira num ponto de encontro de estilos, estéticas e sotaques.
Entre os destaques da programação, estão o espanhol Juan Francisco Padilla e o argentino Juan Falú, que abrem o festival. Especialista em música antiga e música barroca, o suiço Hopkinson Smith é outra grande atração internacional. Ainda há representantes da França, da Espanha, Grécia e dos Estados Unidos. O Brasil está muitíssimo representado por artistas como Guinga, Marcus Tardelli, Egberto Gismonti e os mineiros Alieskey Vianna, Fernando Araújo e Juarez Moreira, entre outros instrumentistas de respeito.
Além dos espetáculos, o evento ainda oferece ao público oficinas e master classes, todas integralmente gratuitas.
O FIV é considerado o maior do gênero, de acordo com opinião unânime de revistas especializadas e profissionais do meio musical.

Confira, a seguir, programação completa da quarta edição do FIV:

Fundação de Educação Artística
29 de setembro - 20h00 Juan Francisco Padilla (Espanha) Juan Falú (Argentina)
30 de setembro – 20h00 Fernando Araújo (Belo Horizonte) Hopkinson Smith (Suiça)
Teatro Alterosa
01 de outubro – 20h00 Aliéksey Vianna (Belo Horizonte) Carlos Barbosa-Lima (Brasil/EUA)
02 de outubro – 20h00 Duo Melis (Espanha/Grécia) Violão Mineiro - Guilherme Vincens, Celso Moreira, Gilvan de Oliveira (BH)
Palácio das Artes
03 de outubro – 20h00 Jason Vieaux (EUA) Guinga (RJ), Juarez Moreira (BH), Lula Galvão (Brasília) e Marcus Tardelli (Petrópolis)
04 de outubro – 20h00Roland Dyens (França) Egberto e Alexandre Gismonti (Rio de Janeiro)

Confira maiores detalhes em http://www.festivaldeviolao.com.br/

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Aperetivo: Mutantes

E para que gostou do último post sobre Os Mutantes segue aí um aperetivo de lambuja:


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Mutantes e Caetano Veloso Ao Vivo

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Diva do Jazz Moderno? Macy Gray!!

Não quero fazer comparações, inclusive porque não tem nada a ver uma com a outra. Mas meu comentario agora é o seguinte:
Quem acha que Amy Winehouse foi a voz feminina que revitalizou o clássico jazz e o incluiu com personalidade no seculo 21 é porque não conhece Natelie McIntyre. Ou se preferirem Macy Gray.

Os desavisados podem até ouvir o primeiro disco desta moça e confundirem com algumas características da outra, entretanto esta aqui veio primeiro, é velha de guerra, sabe o que está fazendo e do que está falando, tem um estilo mais alto astral beirando bem o Rythm 'n' Blues e Soul, com uma atmosfera mais leve e musical. O que me agrada muito!

As semelhanças são muitas: Toda essa onda da fonte no jazz clássico, a roupagem nova e tals... Nem a voz rouca característica foi poupada.
Semelhanças à parte, Macy Gray está mais para a música e menos para maisntream, escandalos e tal's.
Isto me agrada mais.

Duvidas?
Confira!

Nascida em Ohio no ano de 1970, segue aí a discografia da cantora que também é atriz!
E pensar que Macy Gray e Herbie Hancock, tocaram este ano juntos e de graça em Sao Paulo!! Tomara que os privilegiados que puderam assistir este encontro tenham entendido o que estava rolando... Putz!!
Será que tinha meia dúzia de pangarés gritando o "TOCA RAUL" lá? Ai meu deus, que vergonha!


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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Bacaninha: Bicho de Pé

No final dos anos 90, no auge da febre modista do tal do Forró Universitário, surgiu esta banda. O Bicho de Pé.
Mas afinal de contas até hoje eu não consegui entender que diabos é o tal do Forró Universitário? Ainda não vi em nenhuma faculdade a graduação em Forró... Já ouvi falar de muito bacharel em forró, mas nenhum com título acadêmico... Hehehe
Além do mais, estes modismos são realmente esquisitos e até mesmo comediosos... Certa vez estava de passagem em Dunas de Itaúna... Ah! Deixa pra lá! Voltemos ao assunto:
Lumbriga, meu grande amigo vira e mexe me aparece com alguma novidade sonora bacana. Uns anos atrás ele me apareceu com este disco do Bicho de Pé. Apesar do modismo e de terem “pipocado” milhares de bandinhas de “forró” na época, achei o som do Bicho de Pé muito bacana. Um forró conforme estava sendo feito naquele momento, entretanto com uma boa pitada de MPB, um excelente e cativante vocal feminino e composições próprias interessantes. Tudo isto para mim diferenciou o Bicho de Pé das outras bandas contemporâneas e que estavam na mesma onda...
O Bicho de Pé não tem nada de mais, não vai mudar a sua vida, mas é legal pra caramba. Eu recomendo!

A banda é formada por Janaína Pereira (Voz e Percussão), Potiguara Menezes (Violão, cavaquinho e guitarra), Daniel Teixeira (Contrabaixo), Chica Brother (Percussão), Beto Montag (Percussão) e Olívio filho (Sanfona).




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2001 – Com o Pé Nas Nuvens

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

O que? Musica???

Já falamos aqui no blog sobre a dificuldade em definir “musica”.
O conceito de musica é familiar a todos, entretanto é tão subjetivo quanto à própria musica. É impossível chegarmos a uma definição adequada.
Este post é mais uma viagem sobre este complexo assunto. A definição sobre “o que é música”.

A música é simultaneamente, uma ciência e uma arte. Esta conclusão nos permite analisá-la de uma forma rigorosa, técnica, formal e estilística, ou nos permite simplesmente desfrutar do prazer de ouvi-la. Não se deve, entretanto, esquecer que estes vários aspectos – científico, artístico, subjetivo, histórico, cultural etc.– chegam a nós como um único pacote: a obra de arte.

Mas é verdade:
• A música é uma arte, ou uma ciência?
• Que influência detém no nosso quotidiano?
• Como ela interage com várias ciências (como a matemática, a física, a psicologia, a biologia, a sociologia)?
• Qual é a sua história?
• Qual é a sua importância a nível literário?
• Que bases fundamentam esta arte?
• E o próprio conceito de arte?
• O mercado de entretenimento pode ser considerado arte?

E mais que tudo:

• Como você vive a música?

domingo, 14 de setembro de 2008

Muito bão! Gabriel o Pensador

Este post é sobre Gabriel Contino, ou... Gabriel o Pensador.
Rap e cultura Hip-Hop nunca me atraíram, pelo contrário! Determinados aspectos e pormenores neste assunto inclusive me causam repulsa.
Gabriel o Pensador foi o cara que me fez simpatizar pelo genero. Eu escuto os discos dele impressionado, pensando de onde saiu tanta idéia tão bem articulada, numa crítica social, política e comportamental ferrenha!
No decorrer dos anos vimos o Gabriel crescendo e ganhando cada vez mais respeito, ao mesmo tempo em que foi amadurecendo seu trabalho. A letras não perderam a qualidade, pelo contrário! Entretando foram amenizadas na contundencia, hoje em dia acho que ele não colocaria o povo jogando futebol com a cabeça do presidente. Hehehe
Seu som também aprimorou demais ao longo dos anos, diminuindo elementos eletronicos e investindo mais em banda mesmo, musica tocada (o que me atrai muito mais!).
De uma inteligencia impressionante, este carioca nascido no dia 04 de Janeiro de 1974 começou a escrever rap, mesmo sendo garoto branco de classe média. Muito criticado inclusive por uma parcela da comunidade rapper, Gabriel começou a escrever suas musicas quando ainda era estudante de Comunicação Social da PUC do Rio e tornou-se hoje esta grande figura respeitada por todos os seguimentos do mercado musical brasileiro.

Esse cara é bom!

1993 – Gabriel o Pensador
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1993 – Gabriel o Pensador

1995 – Ainda é só o Começo
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1995 – Ainda é só o Começo

1997 – Quebra Cabeça
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1997 – Quebra Cabeça

1999 – Nadegas a Declarar
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1999 – Nadegas a Declarar

2000 – Acustico MTV
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2000 – Acustico MTV

2001 – Seja Voce Mesmo (Mas Não Seja Sempre o Mesmo)
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2001 – Seja Voce Mesmo (Mas Não Seja Sempre o Mesmo)

2005 – Cavaleiro Andante
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2005 – Cavaleiro Andante

2008 – Como um Vício
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2008 – Como um Vício

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Super Post! Os Mutantes!

Este post é dedicado ao Louiz! Frenquentador assíduo do blog!

Difícil dizer algo que ainda não tenha sido dito sobre Os Mutantes, né?
A banda foi formada em São Paulo no ano de 1966 por Arnaldo Batista (baixo, teclado e vocais), Rita Lee (vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo e vocais), participaram também Liminha (Esse mesmo! O megaprodutor na época era baixista) e Dinho Leme (bateria).
Misturando rock and roll com elementos de musica brasileira, psicodelia, drogas, truques de estúdio, criatividade e irreverência singulares, Os Mutantes fazem jus ao título de banda mais representativa do rock brasileiro, não só por tudo que fizeram mas pelo caráter inovador de sua obra e tudo que representam.
Se fosse escrever a história dos Mutantes aqui, o blog ficaria pequeno. Recomendo o link deste site não oficial que está muito legal.
Entretanto vão aqui algumas curiosidades:
-->O Mutantes antes de ter este nome se chamava O’Seis, Para os aficionados este nome não é estranho, não?
-->O nome “Mutantes” foi sugestão de Ronnie Von, que então era artista da jovem guarda.
-->Os Mutantes participaram do elenco fixo do programa de Ronnie Von na TV Record, e gravaram com ele seu disco Ronnie Von Nº 3
-->Por sugestão de Rogerio Duprat, em 1967 Gilberto Gil convocou Os Mutantes a gravar sua musicas “Bom Dia” e “Domingo no Parque” para o III Festival da Música Popular Brasileira, o que aproximou Os Mutantes do movimento tropicalista
-->O Mutantes foi a banda que acompanhou Caetano Veloso no III Festival Internacional da Canção no lendário episódio em que foi vaiado a ponto de não poder ser ouvido. Hehehe
-->O fim da parceria entre os Mutantes, Caetano e Gil, se deu no episodio em que eles foram acusados de ofender a bandeira nacional em um show, fato que acarretou o deporto dos dois... O Mutantes era a banda de apoio deles no episodio.
-->Rita e Arnaldo se casaram em 1971. Ela disse anos depois que o casamento foi apenas pra ganhar independência dos pais e que os irmãos disputaram no palitinho quem assinaria a certidão. Na volta da lua-de-mel, o casal rasgaria a certidão de casamento no programa de TV da apresentadora Hebe Camargo.
-->Em 1973 depois da saída de Rita Lee, Os Mutantes continuaram ativos, porém Arnaldo, debilitado pelo uso contínuo de drogas (em especial o LSD) e em depressão com o final de seu casamento, apresenta comportamentos patológicos, colecionando sacos cheios de lixo, a se comunicar numa espécie de idioma inventado por ele e a fazer planos de construir uma nave espacial.
-->Ainda em 1973 Arnaldo deixa a banda, seguido pelo baterista Dinho. Em 1974, depois de uma briga com os demais integrantes, o baixista Liminha é o próximo a abandonar o grupo.
-->Em 1974 Sérgio Dias decidiu manter a banda, mas teve de reformular toda a sua estrutura. No lugar de Arnaldo, Dinho e Liminha entraram respectivamente Tulio Mourão, Rui Motta e Antônio Pedro Medeiros.
Em 1978, Arnaldo se reuniu com a banda como convidado especial em uma única apresentação, mas não aceitou o convite de Sérgio para voltar aos Mutantes. Com mais alguns desentendimentos, Sérgio decidiu terminar com o grupo.
-->Em 1993, Os Mutantes recusaram um pedido feito por Kurt Cobain, líder do Nirvana e fã confesso dos Mutantes, para que se reunissem novamente.
-->Em 25 de janeiro de 2007, o grupo faz sua primeira apresentação no Brasil em quase trinta anos. Depois disso excursionaram pelo país e produziram um CD/DVD desta investida. Rita Lee e Liminha se recusaram a participar do projeto. Coube à Zélia Duncan a missão de substituir a rainha do rock brasileiro. Eu obviamente não pude deixar de presenciar este retorno.
-->Sérgio Dias e Dinho Leme mantiveram a banda, que lançou em 25 de abril "Mutantes Depois", a primeira canção inédita dos Mutantes em mais de três décadas. O single pode ser baixado gratuitamente na internet.

Eu particularmente não gosto muito da fase pós Rita Lee, mas segue aí a discografia dos caras:

1968 – Os Mutantes
Disco muito inovador e experimental com muita influencia do rock inglês da época, participação especial de Jorge Ben e parcerias com Caetano Veloso

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1968 – Os Mutantes

1969 – Mutantes
Este disco marca a estréia de Dinho Leme e Liminha no Mutantes.
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1969 – Mutantes

1970 – A Divina Comedia ou Ando Meio Desligado
Considerado um marco na carreira dos Mutantes, este disco caracteriza o distanciamento do Tropicalismo e a aproximação do rock.
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1970 – A Divina Comedia

1970 – Tecnicolor
Apesar de gravado em 1970, este disco foi lançado apenas em 2000. Os Mutantes gravaram em inglês para atingir o mercado internacional, mas na época a gravadora Polydor preferiu não lançá-lo.
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1970 – Tecnicolor

1971 – Jardim Elétrico
Neste álbum foram utilizados alguns instrumentos fabricados por Cláudio Baptista, irmão mais velho de Arnaldo e Sérgio.
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1971 – Jardim Elétrico

1972 - Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets
O título do disco é uma homenagem a Tim Maia, que era amigo dos Mutantes, e que chamava "baurets" os cigarros de maconha que costumava fumar.
Foi também o último LP com a participação de Rita Lee. Alegou-se na época que sua saída ocorreu devido a diferenças musicais com os irmãos Baptista, mas na realidade esteve mais relacionada com ao fim do seu casamento com Arnaldo, em uma época em que os integrantes do grupo viviam em uma comunidade alternativa na Serra da Cantareira, na zona norte da cidade de São Paulo, onde drogas e trocas de parceiros sexuais eram uma constante. Isso acabou por abalar o relacionamento de Arnaldo e Rita.
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1972 - Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets

1972 - Hoje É O Primeiro Dia Do Resto De Sua Vida
Depois da saída de Rita Lee, ainda foi lançado este disco que apesar da participação ativa dos Mutantes, por motivos mercadológicos foi creditado somente à ela.
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1972 - Hoje É O Primeiro Dia Do Resto De Sua Vida

1973 – O A e o Z
Apesar de gravado em 1973, este disco foi lançado apenas em 1992. A gravadora Polydor na época considerava o disco pouco comercial pelo fato dos Mutantes sem Rita Lee terem se enveredado pelo rock progressivo e pelas viagens de LSD.
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1973 – O A e o Z

1975 - Tudo Foi Feito Pelo Sol
Disco gravado com nova formação e novo contrato com nova gravadora, a Som Livre.
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1975 - Tudo Foi Feito Pelo Sol

1976 - Cavaleiros NegrosQuer ouvir?
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1977 – Mutantes Ao Vivo
Este disco foi um fracasso de público e crítica
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1977 – Mutentes Ao Vivo

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Colectors Edition! Red Hot Chili Peppers

Bem amigos...

Pensei muito antes de colocar esta foto no meu blog... Dureza né! Entretanto não é esta a questão...
Este post é somente de B-Sides do Red Hot Chili Peppers. Gravações que recuperam sua melhor fase tanto no som como na irreverencia. Aí vale a foto!!!

E já vou advertindo... É sonzeira!!! Os "fãs" recentes provavelmente não gostarão!



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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Volúvel...Red Hot Chili Peppers


Bem amigos, falar sobre o RHCP é falar sobre uma das melhores coisas que já ouvi, e ao mesmo tempo falar sobre uma das minhas maiores desilusões quando o assunto é o rumo que tomaram as carreiras de bandas que eu curto.
Para quem como eu, viveu em tempo real a revolução sonora e comportamental que foi o Mother’s Milk, e o Blood Sugar Sex Magic, fica difícil engolir o que aconteceu do Californication para frente. Imagino que decepção parecida devam ter vivido os fãs contemporâneos do Led Zeppelin a partir da época em que foram lançados o Presence e o In Through The Outdoor.

Então vamos com a história: O RHCP é muito mais antigo do que pensa a grande maioria de seus “fãs” recentes.
O embrião do RHCP é de 1979 quando os caras eram adolescentes amigos de colégio, depois em 1983 os meninos se juntaram definitivamente para fundar o RHCP, e o que era uma brincadeira acabou tomando proporções. Eram eles: Anthony Kiedis (voz), Flea (baixo), Hillel Slovak (guitarra) e Jack Irons (bateria)

1983 – Red Hot Chilli Peppers
Este album foi uma decepção para os caras. Eles achavam que ele não refletia bem a sonoridade do RHCP pois não foi gravado pelo guitarrista e baterista originais. Eles abandonaram o barco porque se assustaram com a proporção que tomou o que antes era apenas uma brincadeira de adolescentes. As guitarras e baterias foram gravadas respectivamente por Jack Sherman e Cliff Martinez. Eu particularmente não gosto muito deste disco, pois apesar do som ser bacana e totalmente diferente do que estava rolando naquela época, eu não curto muito aquela sonoridade de anos 80 meio new wave que tem as gravações deste período. Mas tudo bem... É um bom disco.
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1983 – Red Hot Chilli Peppers

1985 – Freaky Styley
Kiedis e Flea despedem Sherman da banda, chamam de volta Hillel Slovac (guitarra) e a banda grava o disco que realmente produz reconhecimento para o RHCP. Não só o som característico, mas também o comportamento alucinado dos caras viraram marca registrada. Nessa época os caras consolidaram o que eles chamavam de movimento “Socks on Cocks”. Deu pra sacar? Não? Eles tocavam vestindo unicamente uma meia em seus respectivos bilaus. Heheh. Era ducarái! Outra característica marcante nos caras era o reconhecido abuso no uso de drogas de todo gênero.
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1985 – Freaky Styley

1987 - The Uplift Mofo Party Plan
A fórmula do RHCP continua dando certo e tomando proporção cada vez maior. Este disco consolida o RHCP à medida em que vão aumentado seus horizontes. A minha opinião sobre este disco é a mesma do disco anterior: o som, a piração e a irreverencia dos caras eram até agressivas de tão diferentes, mas o som meio new wave característicos das gravações da época me incomodam.
A intensificação da piração no uso de drogas, principalmente por Kiedis e Hillel acabou tranzendo consequencias terríveis para o RHCP. Kiedis com problemas gravíssimos na dependencia por drogas busca em vão vários tratamentos, Hillel que dizia usar heroína para encontrar o som de Hendrix, ironicamente acabou se encontrando com o proprio Hendrix onde quer que eles estejam, quando em 1988 com apenas 26 anos morreu por overdose de heroína.
A situação terrível de Kiedis, a morte de Hillel e um subito sumiço de Irons parecia anunciar o fim da banda.
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1987 - The Uplift Mofo Party Plan

1989 – Mothers Milk
Aqui começa a fase mais marcante do RHCP! Kiedis e Flea se reunem para reativar a banda, e entre varios bateristas e guitarristas testados surgem Chad Smith como baterista e Jonh Frusciante como guitarrista. Este, de apenas 18 anos impressionava pela semelhança com Hillel. Dizem que ele era como um clone de Hillel, não só tocava igual como tinha os mesmo trejeitos.
Com esta que é a meu ver a melhor formção do RHCP e a irreverencia de sempre lançam o Mothers Milk.
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1989 – Mothers Milk

1991 – Blood Sugar Sex Magic
Esse é o disco!! Este não só é para mim o apogeu da carreira do RHCP mas também um dos melhores discos que já ouvi na vida!!
Esta bolacha foi um divisor de águas! Puta sonzeira que consolidou a maturidade da formação inaugurada no Mothers Milk e colocou o bando de malucos pirados do RHCP definitivamente no mainstream. Como nem tudo podiam ser rosas, Frusciante não aguenta a pressão e larga o RHCP.
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1991 – Blood Sugar Sex Magic - Parte 1
1991 - Blood Sugar Sex Magic - Parte 2

1993 – One Hot Minute
O disco que marca a estréia de Dave Navarro (ex Jane’s Adiction) substituindo Frusciante no RHCP. Este disco não repetiu a performance bombástica do disco anterior, e para mim este é o último bom disco do RHCP.
Apesar de excelente, este disco é meio melancólico, fruto de momentos conturbados que os caras estavam tendo em suas vidas particulares. Ao mesmo tempo em que isto acontecia, Frusciante afunda nas drogas chegando a beirar a morte...
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1993 – One Hot Minute

1999 – Californication
Neste disco o RHCP faz questão de mostrar a nova fase “sobria e madura”(???) que inauguraram. Eles resolveram dar um novo direcionamento pop (???) à sua carreira, para isso reduzindo a influencia funk em sua musica. Este disco marca o retorno de Frusciante às guitarras, já recuperado das drogas. Kiedis também levanta a bandeira da sobriedade e Flea está recuperado de uma estafa crônica em que se encrontrava.
Resultado: Para quem conhece a trajetória do RHCP até aqui, este disco é uma merda de um disco pop e sem sal. Tanto que pensei em nem postá-lo aqui... mas vai...
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1999 – Californication

2002 – By The Way
O primeiro disco do RHCP em que os caras abandonaram completamente as drogas. Não só as drogas como a postura irreverente e a mistura de funk que os consagrou. Os caras pararam de consumir drogas e passaram a produzir drogas. Para os fãs antigos como eu, este disco é uma porcaria... Nem sei porque estou postando ele aqui... Só pora causa da história dos caras mesmo...
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2002 – By The Way

2006 – Stadium Arcadium
Moralmente para mim o último disco do RHCP foi o One Hot Minute. Cronologicamente o útimo é este aqui, insoso como os dois últimos. Postei ele aqui no blog somente para cumprir tabela e pelo respeito que tenho pela fase bacana do RHCP. Por que pra falar a verdade... Ô disquinho chato!
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Atitude!!! Rage Against the Machine

O som desses caras realmente é ducaceta!! Putz!!
Eu curto demais não só o som mas as idéias dos caras, a postura da banda e tudo mais. o RATM realmente é o fino do fino.
A postura política da banda resultou em uma censura que os proibiu de tocar em vários estados norteamericanos, tudo isto misturado a um som viceral e enérgico tornou o RATM uma das bandas mais influentes e polêmicas dos anos 90.
Agregado à viceralidade e à música de protesto, estão o talento de Tom Morello guitarrista singularmente criativo e as performance do Vocalista Zack de la Rocha.

O que eu acho massa demais no Rage é a atitute. O som dos caras é um som de atitude, a postura dos caras tem atitude. Para mim a palavra que resumiria o Rage é ATITUDE! Coisa rara de se ver hoje em dia...

Vai aí a discografia dos caras:


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1992: Rage Against the Machine



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1996: Evil Empire



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1999: The Battle of Los Angeles



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2000: Renegades



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2003: Live at the Grand Olympic Auditorium

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Marisa Monte

Bem amigos, vamos falar sobre a Srta. Marisa de Azevedo Monte ou se preferirem, Marisa Monte.
A nossa consagrada cantora e compositora nasceu dia 1 de julho de 1967 no Rio de Janeiro.
Considerada pela Rolling Stone como a maior cantora do Brasil (ai ai ai...), Marisa Monte estudou canto, piano e bateria na infância, e iniciou o estudo de canto lírico aos catorze anos.
Aos dezenove mudou-se para a Itália, onde durante dez meses estudou belcanto. Após desistir dos estudos passou a fazer apresentações em bares e casas noturnas, cantando música brasileira acompanhada por amigos. Um desses espetáculos foi assistido por Nelson Motta, que se tornou diretor do primeiro show dela no Rio de Janeiro em 1987, e despertou o interesse das gravadoras.

Sem menosprezar seu enorme e reconhecido talento, apesar de achar Marisa Monte uma grande artista, no meu entendimento ainda falta muito para que ela possa ser considerada uma artista completa. Como intérprete ela realmente é dona de um estilo único e maravilhoso, entretanto suas qualidades como compositora não estão à altura de seu nome, e seus atributos como instrumentista são desconsideráveis. Além disto, apesar de seu sucesso, possui uma carreira inconstante pontuada por longos períodos sem gravações, incoerencia entre os estilos que decide abraçar, dependencia de drogas, vida particular dilacerada pela midia e por aí vai.

Apesar de tudo é um grande nome da música brasileira, e mesmo com as críticas meio contundentes que fiz, eu gosto muito dela. Muito mesmo.

Segue aí a discografia da moça:
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Marisa Monte (1989)


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Mais (1991)


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Tribalistas (2002)

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Infinito Particular (2006)

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Universo ao Meu Redor (2006)